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Campanha visa combater mutilação genital na Europa Todos os anos cerca de três milhões de mulheres e meninas são vítimas de mutilação genital feminina. O Parlamento Europeu estima que na Europa há 140 mil em risco. A informação sobre a prática de MGF é escassa A informação sobre a prática de MGF é escassa Finbarr OReilly/Reuters A Amnistia Internacional e a Associação para o Planeamento da Família apresentam hoje uma campanha destinada a combater a mutilação genital feminina na Europa. Fim à Mutilação Genital Feminina - Uma Estratégia para as Instituições da União Europeia, assim se chama o documento que faz um conjunto de recomendações às instituições da União Europeia. Tendo como objectivo a protecção de jovens e mulheres na Europa, o documento incide em cinco pontos: recolha de dados sobre mutilação genital feminina, sobre saúde, sobre violência sobre mulheres e crianças, tornar a mutilação genital feminina um critério de asilo e cooperação para o desenvolvimento. Com este plano pretende-se também fazer um retrato real da situação, já que a informação existente é escassa. Dados da ONU indicam que 140 milhões de mulheres foram vítimas de mutilação genital feminina, uma prática que faz todos os anos três milhões de vítimas. 500 mil vivem na Europa e 140 mil estão em risco, segundo um alerta do Parlamento Europeu. Palavras-chave mutilação genital feminina ONU mulheres vítimas Fim à Mutilação Genital Feminina - Uma Estratégia para as Instituições da União Europeia Europa União Europeia 2 comentários Página 1 de 1 ordenar por: mais recentes mais antigos mais votados ? mais comentados Factos M.Farid (seguir utilizador), 1 ponto , hoje às 11:29 WHO estimates that between 100 million and 140 million women and girls worldwide have been subjected to FGM. Three million girls and women a year are at risk of mutilation - approximately 8000 girls per day. It has been documented mainly in Africa (in 28 countries), and in a few countries in the Middle East (e.g. Yemen, Kurdish communities, Saudi Arabia), Asia and among certain ethnic groups in Central and South America. Anecdotal evidence and case studies show that FGM is now being encountered in various European countries as well. Prevalence rates in Africa vary between countries. Countries with high prevalence rates (> 85%) are for example Somalia, Egypt and Mali. Low prevalence rates ( 30%) are found in for example Senegal, Central African Republic and Nigeria. Prevalence rates also vary within countries and regions; the decisive criteria being ethnicity. For example, of the 23 percent of Yemeni women who have undergone FGM procedures, the figure rises to 69% in the sparsely-populated Red Sea and Aden coastal regions, compared with 15 percent in the heavily-populated highlands and five percent in plateau and desert regions (DHS Survey 1997). Como funciona a comunidade no Expresso Alerta para comentário abusivo Responder Já tardava... M.Farid (seguir utilizador), 1 ponto , hoje às 11:39 ...uma iniciativa positiva que acabe de vez com ignorância,sofrimento e mal entendidos que sistemàticamente são atribuídos pelos "especialistas" do costume à religião muçulmana. Como funciona a comunidade no Expresso Alerta para comentário abusivo Responder 2 comentários Página 1 de 1
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